Casa com crianças: 5 dicas para adotar um gato

Adotar um animal de companhia é um momento feliz na vida de qualquer pessoa, mas ainda mais na de uma criança. No entanto, trazer um patudo para casa é um compromisso sério que requer muita reflexão e responsabilidade. Se está a pensar em acolher um gato para ser o maior companheiro de aventuras dos seus miúdos, leia as nossas dicas!

 

Casa com crianças: 5 dicas para adotar um gato

 

#DICA 1: NÃO LIGUE A PRECONCEITOS 


É com frequência que os gatos são considerados animais desinteressados e até possivelmente agressivos. Mas já é tempo de deixar cair o rótulo negativo associado a estes animais e dar-lhes a oportunidade que merecem de se tornarem no melhor amigo de qualquer criança!

Os gatos são dorminhocos e tranquilos, famosos ronronadores que transmitem serenidade a quem está perto deles. A ligação emocional que se estabelece entre um animal de companhia e uma criança é de importante valor já que, para além causar bem-estar diário, pode ainda ajudar a libertar stress.

Inteligentes e ágeis brincalhões, estes patudos também são capazes de proporcionar momentos de diversão garantida em qualquer casa, estimulando ainda a criatividade da criança na invenção de novas brincadeiras entre os dois. Para além de toda a alegria, estas interações solidificam na criança as capacidades de socialização e entendimento do outro.

Para uma relação confortável e gratificante, é importante ensinar o respeito e consideração pelo espaço do animal aos mais pequenos, mostrando-lhes como lidar com o gato de uma forma positiva e não intrusiva.

 

Casa com crianças: 5 dicas para adotar um gato

 

#DICA 2: CRIE UMA ZONA SEGURA PARA O GATO


Quem muda de cidade, de casa ou até mesmo de trabalho ou escola, passa sempre por um momento de adaptação que pode ser sensível e difícil. Para evitar que o novo membro da sua família se sinta deslocado e sob stress, conceda-lhe um espaço seguro onde ele possa permanecer sossegado, sem interrupções e agitação, e levar o tempo que precisar para se ambientar à sua nova casa.

Se tiver essa possibilidade, o ideal será colocá-lo numa divisão à parte com tudo o que ele possa precisar – água, comida, cama, caixa de areia, arranhador, esconderijos, brinquedos. Pode também ajustar uma das divisões com menor movimento da sua casa para este efeito, mantendo a distância sempre que possível.

 

Casa com crianças: 5 dicas para adotar um gato

 

#DICA 3: CAUSE UMA BOA PRIMEIRA IMPRESSÃO 


Há quem diga que não, mas neste caso as primeiras impressões importam mesmo! Tal como os animais, as crianças podem ser imprevisíveis. De maneira a prevenir que a relação entre o seu pequeno e o seu patudo comece às avessas, mantenha a calma e alguma restrição na primeira vez que estes se encontrarem.

Para tal, comece por deixar o gato vaguear pela casa à vontade, em alturas em que a criança não esteja presente. Quando chegar a altura de os juntar pela primeira vez, tenha a certeza de que estão todos confortáveis e preparados. Explique à criança que é muito importante que o gato tome a iniciativa nas primeiras interações e que esta não deve fazer movimentos bruscos ou forçar o contacto físico. Para tornar o encontro mais agradável, tenha treats à mão e coloque-as perto da criança, inspirando segurança e bem-estar no animal.

 

#DICA 4: DÊ-LHES MOMENTOS JUNTOS… MAS COM CALMA!


Ao longo das primeiras semanas vá permitindo que a criança e o gato passem mais tempo juntos, mantendo sempre um ambiente sereno e com supervisão. Para não assustar e stressar o peludo, é muito importante que apenas haja toque quando iniciado pelo gato e que as brincadeiras não se tornem demasiado efusivas e barulhentas.

Dependendo da idade da criança, pode explicar-lhe onde deve fazer festas ao gato, encorajando-a a acariciar-lhe a zona do queixo, bochechas e entre as orelhas. Numa fase inicial e com crianças pequenas, a barriga e o rabo devem ser evitados, já que podem ser zonas sensíveis. Não se esqueça de reforçar que o gato é um animal e não um brinquedo!

 

Casa com crianças: 5 dicas para adotar um gato

 

#DICA 5: E QUE TAL ADTAR UM GATO ADULTO? 


Quando pensamos em adotar um animal de companhia, o mais comum é pensar em filhotes. Por mais tentadora que a ideia de adotar um gatinho possa ser, esta pode não ser a melhor opção quando já há outras crias em casa! Os bebés requerem muita atenção, cuidados e treino para que aprendam a conviver com os humanos de forma tranquila.

Por outro lado, as crianças tendem a ser barulhentas e difíceis de prever, e ainda não compreendem bem que os gatinhos são seres vivos com vontade própria. Tendo isso em mente, porque não pensar em acolher um gato mais velho e mais calmo que possa tolerar melhor as crianças pequenas em casa? A sua personalidade já estará formada e será mais fácil perceber se se adequará bem ao estilo de vida da vossa família.

Mais ativo ou mais sereno, mais independente ou mais mimalho, um gato adulto será o match ideal para a sua criança e um companheiro de todos os momentos. Para além disso, estará a dar uma casa a um animal com menos hipóteses de ser adotado e acredite: não se vai arrepender!

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